Artigo
do Jornalista Pedro
Couto, na Tribuna da Imprensa.
Escrevo este artigo na tarde de sexta-feira, antes de saber os resultados
das últimas pesquisas do Ibope ou do Datafolha, mas, com base numa
longa experiência acumulada de acompanhar de perto eleições
desde 1954, digo que Fernando Gabeira ou já ultrapassou Crivela,
ou estará ultrapassando nas próximas horas. Vai assim decidir
a Prefeitura do Rio com Eduardo Paes, candidato do governador Sergio Cabral,
no segundo turno, a 26 de outubro.
Democratas,
Partido de Ação Progressista, Partido de Ação
Social, Partido Agrário Renovador Trabalhista, Partido Brasileiro
de Mulheres, Partido da Boa Vontade, Partido Comunista, Partido Conservador,
Partido Comunista do Brasil, Partido Cívico de Desenvolvimento
Nacional, Partido Comunitário Nacional, Partido da Causa Operária,
Partido Democrata Cristão do Brasil, Partido Democrático
Independente, Partido Democrático Nacional, Partido Democrático
Trabalhista, Partido Estudantil Brasileiro, Partido Ecológico Social,
Partido da Frente Socialista, Partido Humanista, Partido Humanista Democrático
Brasil Solidariedade, Partido Humanista Nacional, Partido Humanista da
Solidariedade, Partido Liberal, Partido Liberal Brasileiro, Partido Liberal
Cristão , Partido Liberal Humanista, Partido Liberal Progressista,
Partido Liberal Trabalhista, Partido Municipalista Brasileiro, Partido
Municipalista Comunitário, Partido do Movimento Democrático
Brasileiro, Partido da Mobilização Nacional, Partido Municipalista
Social Democrático, Partido Nacionalista, Partido Nacional dos
Aposentados, Partido Nacional dos Aposentados do Brasil, Partido Nacional
do Consumidor, Partido Nacionalista Democrático, Partido Nacional
Evangélico, Partido da Nova República, Partido Nacionalista
dos Trabalhadores, Partido Nacionalista dos Trabalhadores do Brasil, Partido
Orientador Trabalhista, Partido do Povo, Partido Progressista, Partido
do Povo Brasileiro, Partido Proletário do Brasil, Partido Parlamentarista
Nacional, Partido Progressista Reformador, Partido Popular Socialista,
Partido da República, Partido da Reedificação da
Ordem Nacional, Partido Republicano Progressista, Partido Reformador Trabalhista,
Partido das Reformas Sociais, Partido Reformador Trabalhista, Partido
Renovador Trabalhista Brasileiro, Partido de Representação
da Vontade Popular, Partido Socialista, Partido Socialista Brasileiro,
Partido Social Cristão, Partido da Social Democracia Brasileira,
Partido Social Democrata Cristão, Partido Socialista do Brasil,
Partido do Solidarismo Libertador, Partido Social Liberal, Partido Solidarista
Nacional, Partido Socialismo e Liberdade, Partido Socialista dos Trabalhadores
Unificado, Partido Socialista Unido, Partido dos Trabalhadores, Partido
Trabalhista Brasileiro, Partido Trabalhista Comunitário, Partido
Trabalhista Cristão, Partido Trabalhista do Brasil, Partido Tancredista
Nacional, Partido Trabalhista Nacional, Partido Trabalhista Renovador,
Partido Trabalhista Renovador Brasileiro, Partido Verde.
Alguém
em sã consciência acredita que esse samba do crioulo
doido possa trazer algum benefício ao país?
De qualquer
forma, comunico aos filiados a qualquer das siglas acima que o melhor
caminho para ter alguma chance de contar com o meu voto nas eleições
é não enviar e-mails para a minha caixa-postal. Este tipo
de propaganda é tão negativa e imunda quanto sujar as ruas
com santinhos e out-doors ou pagar uma miséira a infelizes para
segurar durante horas faixas e cartazes com seus retratos antigos e visual
botox.
EU
NÃO VOTO EM SPAMMERS. E ainda mando todos os endereços
de IP para a lista negra do CGI.
A
multifacetada produção atual de fotografias coloca em segundo
plano a reflexão sobre a qualidade e diversas outras questões
sobre o fazer fotográfico. Para motivar essa reflexão, um
grupo de 40 fotógrafos realiza em Brasília, o projeto Por
que eu fotografo?, que inicia com uma exposição no Anexo do
Museu da República (Esplanada dos Ministérios), um debate
interativo e uma intervenção urbana. São 46 fotografias
acompanhadas de pequenos textos que respondem à pergunta: Por que
eu fotografo?
Fotógrafos participantes:
Alain Barki - Alan Marques - Alan Santos - Alessandro Souza - Antonio Antunes
- Armando Salmito - Arthur Monteiro - Breno Fortes - Carlos Aversa - Claudio
Versiani - Duda Bentes - Ed Ferreira - Eraldo Peres - Fernando Croitor -
Hélio Rocha - Henry Macario - Isabela Lyrio - Jefferson Rudy - Jorge
Diehl - José Rosa - Josemar Gonçalves - Kazuo Okubo - Leonardo
Amaral - Lourenço Cardoso - Luis Tajes - Luísa Molina - Miguel
Angelo - Patrick Grosner - Ricardo Padue - Ricardo Reis - Rinaldo Morelli
- Roberto Castello - Roberto Castro - Rose May Carneiro - Sergio Fonseca
- Susana Dobal - Usha Velasco - Wládia Drummond - Zuleika de Souza
Saiu a lista
com os 60 nomes selecionados para a oficina literária Os processos
de escrita no cinema e as conversas familiares com o diretor
de cinema Karim Aïnouz e participação da cineasta argentina Lucrecia
Martel. Confira aqui.
De
volta ao Rio de Janeiro, o compositor e cantor gaúcho Vitor
Ramil e o percursionista Marcos Suzano subiram ao palco do
Mistura Fina com o show Satolep Sambatow, nome do disco lançado pela dupla
em 2007, que acabou de ganhar a décima sétima edição
do Prêmio Açorianos de Música. O show contou com a participação
da cantora Kátia B.
Clique aqui
e veja fotos do show, com o som ligado.
Comemorando 21 anos de estrada ininterruptos, a banda Blues Etílicos, uma das pioneiras do Brasil, acaba de lançar o cd Viva Muddy Waters num show excelente no Mistura Fina. Clique aqui
e veja as fotos.
Esta não é a melhor frase para um momento como este, bem sei. Mas não posso aceitar a sua oferta e sentar na cadeira em frente à mesa, enquanto o senhor diz que não tenho razão de chorar
pelo desmoronamento da minha vida inteira. Ao menos não na sua sala. Assim que terminei de ler o jornal,
demorei muito para encontrar este azul vestido de tecido fininho e, na pressa para entrar aqui, tive que escolher entre passar o kajal com capricho ou escolher, perfumar e vestir a calcinha. Minha vaidade externa falou mais alto e cá estou. Bem maquiada, vestida com elegância. Mas sem calcinha.
O que eu quero? Que o tempo ande para trás. Ou que o senhor desminta palavra por palavra da matéria que o seu pasquim exibe hoje.
Assim começa Sylvia não sabe dançar - pulp fiction de costumes, quarto livro da escritora gaúcha Cristiane Lisboa, que tem como ponto de partida um assassinato na família do dramaturgo Nelson Rodrigues.
Publicado pela Editora Mercúrio/Novo Tempo, o livro será lançado no dia 3 de abril, na Livraria da Vila - Alameda Lorena, 1731 no bairro dos Jardins, São Paulo, capital.
ps: no imperdível site do livro é possível ler o primeiro capítulo.